Publicado por: THasper | 03/05/2012

O impacto ambiental dos alimentos de origem animal

Prezados leitores,

Nossos hábitos alimentares mascarados de desenvolvimento econômico estão destruindo nossas florestas e toda biodiversidade existente nelas. O lucro financeiro obtido a curto prazo com o desmatamento da Amazônia para produzir gado e plantar soja é insignificante se comparado ao lucro a longo prazo de ter florestas e biodiversidade intactas.

O novo Código Florestal será a sentença de morte a nossas florestas! Com grande parte dos nossos políticos sendo donos de grandes áreas florestais e agropecuaristas, não existe muitas chances do novo código não ser aprovado. Mas como cidadões conscientes deveriamos protestar contra esse crime ambiental e também pensar em mudar nossos hábitos alimentares.

Devido a inúmeros pedidos, no link abaixo coloco a disposição minha tese de mestrado, onde escrevo sobre nossa matriz alimentar e seu impacto ambiental.

A MATRIZ ALIMENTAR BASEADA NOS DERIVADOS DE ANIMAIS E SEU IMPACTO AMBIENTAL

Atenciosamente,

Arnildo Hasper

Publicado por: THasper | 08/03/2012

Fotos publicitárias impactantes

 

 

 

 

 

 

 

Recebi um tempo atrás essa apresentação com fotos publicitárias impactantes.

Essas fotos nunca chegaram a ser publicadas na midia por mostrar cruamente certos problemas que por motivos diversos escolhemos não ver. Assim como hoje já temos carteiras de cigarro com fotos impactantes, por que nao ter o mesmo tipo de “publicidade” alertando para outros problemas que temos e preferimos não ver?

Clique no link para ver a apresentação das fotos: PUBLICIDADES IMPACTANTES

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Publicado por: THasper | 06/03/2012

Veganismo: mais que uma diéta, um estilo de vida!

Imagem

Veganismo
Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas.
Etimologia
O termo inglês vegan (pronuncia-se vígan) foi criado em 1944, numa reunião organizada por Donald Watson (1910 – 2005) envolvendo 6 pessoas (após desfiliarem-se da The Vegetarian Society por diferenças ideológicas), onde ficou decidido criar uma nova sociedade (The Vegan Society) e adotar um novo termo para definir a si próprios.
Trata-se de uma corruptela da palavra “vegetarian”, em que se consideram as 3 primeiras letras e as 2 últimas para formar a palavra vegan.
Em português se consideram as três primeiras e as três últimas letras (vegetariano), na formação do termo vegano (s.m. adepto do veganismo – fem. vegana).
Ideologia
Os veganos boicotam qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de manufatura.
Para o vegano, animais não existem para os humanos, assim como o negro não existe para o branco nem a mulher para o homem. Cada animal é dono de sua própria vida, tendo assim o direito de não ser tratado como propriedade (enfeite, entretenimento, comida, cobaia, mercadoria, etc). Dessa forma veganos propõem uma analogia entre especismo, racismo, sexismo e outras formas de preconceito e discriminação.
Preferem usar os termos “animais não-humanos” ou “seres sencientes”, em vez de “irracionais”.
Muito importante diferenciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta, mas sim uma ideologia baseada nos direitos animais, que obviamente pressupõe uma alimentação estritamente vegetariana.
Alimentação
Excluem da sua dieta carnes, gelatina, lacticínios, ovos, mel e quaisquer alimentos de origem animal. Consomem basicamente cereais, frutas, legumes, vegetais, hortaliças, algas, cogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal.
Medicamentos, cosméticos, higiene e limpeza
Evitam o uso de medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza que tenham sido testados em animais. Não tomam vacinas ou soros, mas podem violar os princípios veganos quando alternativas não estiverem disponíveis, ou em caso de emergência ou urgência. Alguns optam pela fitoterapia, homeopatia ou qualquer tratamento alternativo.
O vegano defende o surgimento de alternativas para experiências laboratoriais, como testes in vitro, cultura de tecidos e modelos computacionais.
São divulgadas entre a comunidade vegana extensas listas de marcas e empresas de cosméticos e produtos de limpeza e higiene pessoal não testados em animais.
Entretenimento
Circos com animais, rodeios, vaquejadas, touradas e jardins zoológicos, também são boicotados pois implicam escravidão, posse, deslocamento do animal de seu habitat natural, privação de seus costumes e comunidades, adestramento forçoso e sofrimento.
Não caçam, não promovem nenhum tipo de pesca, e boicotam qualquer “esporte” que envolva animais não-humanos. Muitos seguem o princípio político da não-violência.
Dia Mundial Vegano
O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano (“World Vegan Day”, em inglês), que é comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.
Em 2004 o evento marcou o 60º aniversário da sociedade, e o 10º aniversário do feriado.
Documentários
O número de adeptos tem crescido de forma gradual, com o auxílio de documentários que denunciam o especismo e ensinam direitos animais.
Documentários como Meet your Meat (“Conheça sua Carne”), Earthlings (“Terráqueos”), Chew on This (“Pense Nisso”) e o pioneiro brasileiro A Carne é Fraca, seguido de Não Matarás, têm causado polêmica e, de uma forma geral, ganhado adeptos em todo o mundo.

Abraços,

Arnildo Hasper

Publicado por: THasper | 02/03/2012

Casa em estufa

 

 

 

 

 

 

 

 

Ja pensou em morar em uma estufa?

Para quem mora em lugares com clima mais rigoroso, a casa-estufa projetada e construida por um casal suéco é uma ótima idéia. Esses dias em quanto estava fazendo minhas buscas por construções e projetos sustantáveis, me deparei com essa página da casa-estufa: http://www.ecorelief.se/Default.aspx. Nela, esse casal mostra como foi o projeto, construção e como é viver na casa que projetaram. A página ainda mostra fotos da casa e das inúmeros plantas que eles tem plantado ao redor da casa, mas ainda dentro da estufa.

Idéias como essa que deveriam ser adotadas pelos governos. Casas ecológicas que não gastam quase nada de energia, e ainda funcionam como um lugar para cultivar alimentos durante os meses mais frios do ano (que aqui na Suecia são muitos digasse de passagem!).

No Brasil, pais abençoado com muito calor, não haveria a necessidade de uma construção dessas. Mas idéias similares de estufa ligada à casa (cozinha, sala, etc) seriam muito bem aproveitadas em várias regiões do pais onde o inverno é mais rigoroso.

Saudações sustentáveis,

Thomas

Publicado por: THasper | 20/02/2012

O perigo dos rótulos

 

 

 

 

Prezados leitores,

O texto abaixo é de autoria de Marcos Rolin, jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e mestre em sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde realiza seu doutoramento. A integra do texto pode ser lida em:

http://rolim.com.br/2006/index.php?option=com_content&task=view&id=428&Itemid=5

“Rótulos

Nenhuma pessoa pode ser compreendida a partir de um rótulo. Não cabemos neles, este é o ponto. Mas quando alguém é identificado a partir de um rótulo, o comum é que todos projetem no rotulado os comportamentos tipicamente associados à expressão. As demais características dessa pessoa, então, perdem relevância e, não raro, se tornam invisíveis. David Rosenhan demonstrou isso, em saúde mental, nos anos 70, com um experimento célebre. Ele convidou 8 amigos para que se apresentassem em Hospitais Psiquiátricos nos EUA. Deveriam dizer, apenas, que procuravam auxílio por estarem “ouvindo coisas”. Combinaram que todos diriam que ouviam um ruído como “tum, tum” na cabeça e que isso teria ocorrido uma única vez. As demais informações prestadas deveriam ser verdadeiras. Pois bem, todos eles foram internados compulsoriamente como “esquizofrênicos”, por períodos que variaram entre 19 e 52 dias. A experiência, relatada em um artigo (On Being Sane in Insane Places) publicado na Revista Science e que  alterou o DSM (Diagnostic and Statistical Manual), foi recebida, de início, com indignação pela psiquiatria norte-americana e, logo depois, como um desafio. Um dos  Hospitais Psiquiátricos, então, anunciou que Rosehan poderia lhes enviar seus falsos pacientes durante três meses – tantos quantos quisesse – pois eles seriam detectados. Rosenhan topou o desafio. Ao final do período, os psiquiatras haviam detectado 41 dos pacientes falsos enviados. Rosehan, entretanto, não havia enviado um só paciente. Caso encerrado. Foi possivelmente neste momento que a certeza em psiquiatria se enforcou. 

Lauren Slater (“Mente e Cérebro: dez experiências impressionantes sobre o comportamento humano”, Ediouro, 2004) conta esta e muitas outras histórias. Cita, por exemplo, a experiência de R. Rosenthal e L.Jacobson que, em 1966, aplicaram em crianças da primeira à sexta série um teste de QI com um nome fictício:”O Teste de Harvard de Aquisição Irrefletida”. Foi dito que o teste era um indicador de florescimento acadêmico, quando, de fato, o que ele media era algumas aptidões não-verbais. Foi dito, à sério, para os professores que os  estudantes que se saíssem bem no teste, teriam notas surpreendentes no outro ano. Resultados sem sentido foram liberados para os professores e, depois de um ano, os pesquisadores voltaram a ter contato com as crianças. O que eles descobriram é que aqueles que haviam feito o teste tiveram, de fato, um desempenho muito melhor na escola. Tiveram, também, uma pontuação mais alta em novos testes de QI; o que sugere que o QI de alguém tem a ver, além da sua capacidade, com as oportunidades que se oferecem às pessoas e com a expectativa que se forma em torno dela.”

Abraços,

Arnildo Hasper

Publicado por: THasper | 07/02/2012

Um passo atrás

Por Gerson Almeida

Sociólogo, ex-secretário do Meio Ambiente de Porto Alegre Publicado em ZH, de 03/02/20012

A aprovação do projeto de lei que volta a permitir o manejo do campo gaúcho por meio de queimadas é uma verdadeira volta ao passado, um retrocesso em relação ao Código Florestal Estadual, aprovado em 1992 pela mesma assembléia legislativa. Há 10 anos, os deputados souberam enfrentar a cultura arcaica e amplamente superada de uso das queimadas no campo e, ao proibir esse método de manejo, induziram o desenvolvimento de modelos alternativos e, entre outras tantas vantagens, mais eficazes para a produção e a preservação da qualidade do solo. O retorno das queimadas representa um extraordinário salto na contramão daquilo que tem motivado as mais relevantes lutas sociais no mundo, que buscam a construção de outro paradigma capaz de superar o modelo predador dos recursos naturais e que continua a erodir a condição de vida de todos. Mesmo nos países de capitalismo central a qualidade do ar, da água e as condições sociais penalizam cada vez um contingente maior de pessoas.

O forte simbolismo regressivo da decisão da maioria dos deputados representa uma mudança de rota na boa tradição da assembléia gaúcha em legislar de forma sintonizada com o crescimento da consciência ambiental, inaugurada quando da votação da pioneira lei contra os agrotóxicos nos anos 80. Além disto, vai de encontro aos objetivos da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que pretende reafirmar os compromissos dos chefes de estado e lideranças mundiais com o desenvolvimento ambientalmente sustentável e socialmente justo. Na questão ambiental, o combate às queimadas ganha cada vez mais relevância, dado que as emissões globais de gases cresceram mais de 40% em relação ao ano de 1992, quando foi realizada a ECO-92 também no Rio de Janeiro, sem que haja nenhuma iniciativa que permita prever alguma inflexão nesta curva de crescimento. Essa, portanto, deve ser uma das preocupações centrais em discussão na Rio+20, que não pode perder a oportunidade para avançar num acordo global para a redução drástica das emissões, com poder legal vinculante.

Sendo assim, mesmo que o projeto tenha obtido a maioria dos votos, as decisões do governador Tarso Genro e do deputado Adão Villaverde (então presidente da assembléia), o primeiro em não sancionar a lei e o segundo em não promulgá-la, sinalizam que esse impactante revés da luta pela sustentabilidade no Rio Grande não encontrará campo livre para outros passos atrás. Ao contrário, chama a atenção dos gaúchos para o fato de que ter sido pioneiro não é garantia de continuar sendo protagonista. Para isso é preciso permanente vigilância e luta.

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Publicado por: THasper | 31/01/2012

BBB – Vergonha Nacional

Presados leitores,

Toda nova edição do Big Brother Brasil (BBB) recebo esse email. Um texto brilhante de Luis Fernando Veríssimo sobre o que é realmente  esse circo de horrores. O BBB está na edição de número 9 (acho?). Até quando essa porcaria vai ficar no ar? Segue o texto abaixo, caso você ainda não leu:

O olhar de L.F. Verissimo sobre o BBB

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB  é a pura e suprema banalização do sexo.

Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros…todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB  é a realidade em busca do IBOPE. 

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.

Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…., estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… , ·visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

“Esta crônica está sendo divulgada pela internet a milhões de e-mails”.

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Publicado por: THasper | 24/01/2012

Para pensar…

Matilda

Abraços,

Arnildo Hasper

Publicado por: THasper | 04/01/2012

Feliz 2012 !

Desejo aqui um ótimo 2012 para nossos leitores!

Ano novo, resoluções novas e também renovam as esperanças de uma vida melhor. Quando desejamos um bom ano novo para nossos familiares e amigos, também desejamos “paz”, “amor”, “saúde” e “felicidades”. Esses desejos são estados básicos para termos uma boa e saudável vida.

Mas por quê ao longo do ano esquecemos essas métas e caimos na mesma rotina dos anos anteriores? Como exigir “paz” e “amor” se todos os dias financiamos guerras e ódio, seja entre nós humanos ou com outras espécies? Como se exigir “saúde” se a cada dia comemos mais alimentos artificiais e carnes?

Que neste ano possamos continuamente relembrar essas métas e pensar no verdadeiro significado dessas palavras.

Saudações sustentáveis (mais do que nunca!),

Thomas Hasper

Publicado por: THasper | 27/09/2011

Precisamos de energia? E de florestas?

 

Projeto de André Vilela D’Elia

“Enquanto vitrines da Tiffany ficam acesas madrugada a dentro nos shoppings de São Paulo, a floresta sucumbe.
Afinal, todos precisão de energia não é verdade? Quem está agora no seu laptop Macintosh provavelmente chinês lendo este texto? Quem não precisa de estrada?! Pois então, o memorável general Médici olhou para o vasto mato virgem do Para, lá do alto de seu avião definiu que seriam feitas duas estradas: a Belém-Cuiabá e a Transamazônica. Assim disse ele (pressupõem-se): “Temos que integrar para não entregar” com o dedinho em riste, certamente. Médici sabia dos 97 metros da queda d’água da Volta Grande do Xingu. Ele sabia que no futuro um presidente ou “presidenta” realizaria a obra que seria grandiosa, maior que sua Tucuruí! A Usina Hidrelétrica de Belo Monte, antigo projeto Kararaô.”

Thomas Hasper

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