Publicado por: Hasper&Hasper | 08/02/2010

Colapso – Documentário 2009

Caros leitores,

Assisti no fim de semana que passou um documentário brilhante chamado Collapse (Colapso, na tradução para o português).

Esse documentário explora as teorias, livros e histórias do ex-policial, pensador e escritor Michael C. Ruppert. O documentário teve sua premiere no final do ano passado (2009) em Toronto (Canadá) com muitos comentários positivos. Infelizmente para nós e felizmente para os governos e multi-nacionais, esse tipo de filme nunca irá passar nas telas de cinema ou televisão, pois faz com que os cidadãos conhecam a triste verdade sobre esse sistema insustentável e frágil que é o capitalismo.

O protagonista da história, Michael Ruppert, é chamado por muitos de alarmista e conspiracionista, mas na verdade ele não é nada mais que um repórter investigativo que somente quer apresentar os fatos reais para as pessoas.

No documentário, Ruppert é entrevistado por um repórter em um clima de interrogatório. Entre perguntas e brilhantes respostas, aparecem filmagens, documentos e entrevistas entre outros que reforcam e validam as idéias do entrevistado.

Abaixo coloco o link para acessar o documentário (em Inglês). Assim que achar o mesmo com legendas colocarei a disposição também aqui no blog. O primeiro link acessa direto o filme, podem aparecer uns pop-ups, mas é só fechar. O segundo link mostra uma lista de sites em que é possível assistir o documentário. Claro que tem também um link na barra de videos ao lado como o nome “Collapse (Colapso)”.

http://vidreel.com/video/NTkwMDMz/

http://www.watch-movies-online.tv/movies/collapse_2009/

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Publicado por: Hasper&Hasper | 15/01/2010

Zeitgeist – Documentário

Prezados amigos!
Vale a pena ver este documentário, pois trata de assuntos bem atuais e nos mostra como se cria mitos, mentiras, que juramos serem verdades. No link abaixo é possível ver o documentário com legendas em português.

http://www.zeitgeistmovie.com/subs.htm

Aproveitem para ve-lo em quanto ele está ainda disponível na internet. Garanto que a idéia que você tem das coisas que acontecem no mundo irá mudar.
Abraços
Arnildo Hasper

Publicado por: Hasper&Hasper | 09/12/2009

Brasil precisa de R$ 27,7 bi para continuar a ter água

Relatório da Agência Nacional de Águas (ANA) mostra que a demanda de água em regiões metropolitanas já é maior do que a produção atual do recurso. Serão necessários investimentos de R$ 27,7 bilhões para impedir um colapso no setor nos próximos 15 anos, quando as regiões metropolitanas estudadas terão um aumento de 25 milhões de habitantes.

Esses R$ 27,7 bilhões, a título de comparação, representam um valor maior do que tudo o que o governo federal gastou neste ano de 2009 para conter os efeitos da crise financeira internacional. Os cortes de impostos em vários setores da economia custaram cerca de R$ 22 bilhões a R$ 23 bilhões para os cofres do Tesouro Nacional.

O investimento necessário em produção, tratamento e fornecimento de águas é de R$ 12,024 bilhões, segundo a ANA. Para o tratamento de esgotos, a agência estima investimentos de R$ 15,699 bilhões. A soma desses dois valores resulta nos R$ 27,7 bilhões estimados  pelo estudo.

“As demandas urbanas atuais, em torno de 356 m3/s, são ligeiramente superiores à capacidade atual de produção de água (quase 352 m3/s), demonstrando que parte das unidades dos sistemas produtores opera em regime de sobrecarga ou de forma inadequada”, aponta o atlas sobre as regiões metropolitanas lançado pela ANA nesta quarta-feira (9.dez.2009).

Para reverter o quadro no setor de águas e esgotos, a ANA sugere, além dos investimentos, a criação de um comitê gestor interministerial sobre o assunto.

Texto adaptado do Blog do Fernando Rodrigues no UOL Notícias (09/12/2009)

Abaixo, algumas fotos preocupantes sobre a situação da água no mundo.

Delhi, India: As pessoas brigam para obter um pouco de água do caminhão pipa. 

Sudão: Dois meninos bebem água dos pântanos com tubos plásticos, especialmente fabricados para este fim, com filtro para filtrar as larvas flutuantes responsáveis pela enfermidade da lombriga de Guiné. O milhões de tubos já destribuidos conseguiu reduzir em 70% esta enfermidade debilitante.

Grandes cidades: Água suja em torneiras residenciais, devido ao avanço indiscriminado do desenvolvimento.

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Publicado por: Hasper&Hasper | 08/12/2009

ALEGRIA DO NATAL É CONSUMIR?

Uma parcela pequena, muito pequena da humanidade, está se ocupando com os resultados das ações danosas, de séculos, do homem, sobre o nosso Planeta Terra. Quase oitocentos brasileiros estão no evento de Copenhagen, que busca uma solução para os problemas climáticos do Planeta Terra. Destes brasileiros e tantas outras delegações, quantos mesmos estão com espírito serio, para ver uma mudança, se esta de fato, ainda possa existir e trazer alguma mudança para o Planeta?

O homem na angustia diante dos seus questionamentos existenciais, buscou nas transformações da natureza para o consumo, uma suposta saída como fonte para sua alegria. Isto é falso, e nem sempre foi assim. Outros valores tinham e podem ter lugar nas nossas vidas.

Estamos nos aproximando, de uma época onde parte do que ganhamos está sendo gasto para nos convencer que a felicidade está no gastar. O natal há muito perdeu seu verdadeiro sentido, e hoje é sinônimo de comprar, comprar, comprar, e depois ver como dar conta de tantas contas. É como uma bebedeira, que na hora se bebe, se bebe, mas no dia seguinte, a ressaca é terrível.

Olhem ao seu redor, e vejam quantos pais, em vez de viver este evento com felicidade, vive a sua grande angustia anual. Pois, se vê limitado diante da sua realidade e não pode suprir a suplica de consumo de sua família. O seu filho implora, pois foi estimulado pela TV, ou internet, para adquirir algo, que chegou a ele como a representação da felicidade. Os pais que entram neste jogo da mídia, se sentem os últimos da terra, quando não podem atender ao pedido dos filhos. Chegam a evitar os filhos, pois antes dos filhos, já se julgam como maus pais, incompetentes, diante da idéia criada.

O documentário Historia das Coisas de Anne Leonard, disponível na internet (http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E ou na barra da direita), resultado de dez anos de pesquisa dos hábitos consumistas dos americanos do norte – diga-se que se colocam e são tomados como modelos de vida para o mundo – chegou a dados preocupantes: De todo e qualquer objeto adquirido, após seis meses apenas 1% resta para serventia de quem o adquiriu. 99% restantes foram para o lixo. Outro dado preocupante: o estilo de vida de consumo dos americanos requer de três a quatro recursos iguais aos disponíveis na Terra. Isto quer dizer duas coisas: ou precisam de outros planetas, ou precisam restringir o básico de outros povos (invasão, roubo, desvio de riquezas, etc.), promovendo fome, doenças, miseria, mortandade infantil, o básico, para continuarem consumindo no seu estilo predador. 

Claro que isto não pode ser assim.

O que podemos fazer? Não nos resta muito a fazer. Temos em primeiro lugar nos conscientizar que o consumir não é sinônimo de felicidade. Reciclar nossos hábitos de consumo. Perguntar–se sobre cada produto que se queira comprar, se realmente tem um sentido necessário para nossa vida. O que vai trazer de importante em ter tal produto. Sentar conversar com os filhos, principalmente, e explicar para eles o que significa consumir, dar ao filho o que temos de mais importante para eles: o Amor, o Carinho, o Tempo, Tempo para brincar com eles, contar historias, inventar historias, rir de si, falar da vida. Falar do Natal.

Arnildo Hasper

Psicanalista e Ambientalista

Publicado por: Hasper&Hasper | 06/12/2009

725 delegados brasileiros na COP15

“Com quase duas centenas de empresários e pouco mais de cem representantes de organizações não-governamentais, a delegação brasileira na conferência do clima, em Copenhague, será uma babel de discursos diferentes sobre as mudanças climáticas e terá cerca de 725 pessoas, segundo o Ministério de Relações Exteriores.

Entre os portadores de crachá de delegado brasileiro, há quem defenda a definição de um teto para as emissões de gás carbônico no planeta e quem critique a recente definição de metas pelo governo brasileiro.

Ontem, o Itamaraty insistiu em que a maior parte da delegação bancará seus próprios custos. O ministério informou que o tamanho da delegação reflete o estímulo do governo ao engajamento de vários setores da sociedade no debate climático.

O tamanho da delegação brasileira contribuiu para a superlotação da conferência. O espaço que abrigará a reunião tem capacidade para 15.000 pessoas e foi subdimensionado, segundo os organizadores. Parte da delegação ficará hospedada na cidade de Malmö na Suécia.

Segundo o Itamaraty, foram credenciados na delegação brasileira representantes de 182 entidades, empresas e órgãos do governo. Empresários detêm a maior parte dos crachás.

Estarão em Copenhague representantes das confederações da indústria e da agricultura, que já manifestaram críticas às metas de redução de CO2 pelo Brasil.

A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) alega que, ao colocar números na mesa, o Brasil enfraquece as chances de negociação. A CNI (Confederação Nacional da Indústria) teme a adoção de barreiras comerciais a produtos responsáveis por um nível alto de emissão.

Integram a lista de empresários representantes das grandes estatais brasileiras, das empreiteiras, de montadoras, de siderúrgicas e da área de energia, além de fabricantes de óleo e produtores de soja.

O governo federal será representado por cerca de cem pessoas, sobretudo dos ministérios de Relações Exteriores, de Meio Ambiente e de Ciência e Tecnologia, mais envolvidos com a negociação. Mas os custos não foram divulgados, nem a lista completa dos delegados.

A delegação será chefiada pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Ela será acompanhada por três ministros: Celso Amorim (Itamaraty), Carlos Minc (Meio Ambiente) e Sergio Rezende (MCT).”

O texto acima, encontrei hoje, dia 6 de dezembro, na internet às vézperas do inicio do COP15 em Copenhague. Foi escrito por Marta Salomon da Folha de São Paulo.

Me preocupa que grande parte da delegação brasileira esteja indo para Copenhague defender os seus próprios interesses e/ou das empresas que representam. Esta é a hora de pensarmos em mudar o nosso velho e destruidor “bussiness as usual“, que transforma sistemas vivos em mortos e chama isso de desenvolvimento. Cedo ou tarde teremos que mudar o modo que vivemos. Podemos começar a fazer isso agora, nesse exato momento, de uma forma mais gradual ou podemos deixar para que as futuras gerações tentem se salvar quando já for tarde. O aquecimento global está ai hoje, todos na Terra estão de certa forma sentindo seus efeitos, uns mais que os outros. Claro que para quem está por exemplo no Brasil, escondendo dinheiro na cuéca e na meia, o aquecimento global parece uma mentira. Mas para o agricultor em Bangladesh ou Egito, que está vendo a sua terra se tornar improdutível por causa das inúmeras tempestades e enchurradas que arrazam suas plantações o aquecimento é uma triste realidade.

Viva mais sustentável, vá contra o “bussiness as usual” e o “american way-of-life”, consuma produtos locais e da estação, pense qual a Terra que você quer deixar para seus filhos!

Acompanhem o COP15, como diz a campanha do Greenpeace … Tic tac tic tac … a bomba-relógio está quase explodindo!

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Alguns videos e documentários interessantes:

http://www.megavideo.com/?v=DMRG067J (2100)

http://xtshare.com/toshare.php?Id=19638 (National Geographic Earth Report Report: State of the Planet)

Publicado por: Hasper&Hasper | 03/12/2009

Quais serão os combustíveis do futuro?

De acordo com especialistas, mantendo-se a média de consumo de petróleo (foram cerca de 85,46 milhões de barris diários em 2008 e 83,67 em 2009), a demanda pela matéria-prima deve superar a oferta dos países produtores em cinco ou seis décadas (isto com a tecnologia de extração e os campos de exploração encontrados até o momento). Esta realidade, aliada ao fato das emissões de poluentes pela queima de combustíveis fósseis ser apontada por relatórios científicos como a maior causa do aquecimento global, faz com que a indústria automobilística, segmento econômico mais dependente do produto atualmente, com responsabilidade por mais de 50% do consumo, estude alternativas ao uso de gasolina, diesel e derivados num futuro próximo.

Os caminhos trilhados até agora apontam que não só uma, mas diversas matrizes energéticas estejam à disposição do consumidor nos próximos anos (eletricidade, hidrogênio, biocombustíveis, entre outras). Porém, resta saber quantos anos e quais as possibilidades viáveis, porque, apesar de promissoras, as pesquisas ainda esbarram em alguns obstáculos de difícil superação.

O petróleo é um recurso não renovável. Fala-se em jazidas que ainda estão por explorar (O pré-sal é o exemplo mais próximo) o que garantiria o fornecimento de petróleo por mais alguns anos, mas a tendência é para um aumento de preço do petróleo, que não só é usado na produção de combustível para veículos. O crescimento de países como China e India deu um novo impulso a demanda de petróleo. Este é o lado, digamos, da produção de energia. O outro lado da questão é a proteção ao meio ambiente. A queima de combustíveis fósseis (petróleo e carvão) é apontada por muitos como sendo fonte de uma série de problemas ambientais. Estas duas correntes têm levado a busca de alternativas para movimentar os carros. A tendência é pela substituição do petróleo como combustível e ela já é mais significativa nos mercados mais desenvolvidos (Europa, EUA e Japão) e acredito que seja irreversível, inclusive por conta de todo o investimento feito por montadoras nestes mercados.

A maioria dos bio-combustíveis sofrem uma oposição por conta do uso de terras para produção de combustível que supostamente tomaria o lugar das plantações de alimentos ou forçaria a expansão de campos de cultivos sobre áreas de florestas. Uma possibilidade de uso dos bio-combustíveis seria o uso de micro-organismos para decompor rejeitos de celulose e outros materiais orgânicos, há empresas de bio-tecnologia nos EUA pesquisando estes micro-organismos. Entretanto, dado o consumo mundial de combustíveis seria difícil para um único produto substituir o petróleo. Em termos de bio-combustíveis acredita-se que é mais eficiente utilizar estes combustíveis em motores que operam no ciclo Diesel. Uma planta cogitada para a produção de bio-diesel é a Jatropha. Outra dificuldade dos bio-combustíveis de origem vegetal é que a produção depende do cultivo de plantas e este é sujeito às variações de clima, às pragas, além da sazonalidade, isto é, os preços podem variar conforme o perído de safra ou entre-safras. Muitas empresas vem investindo na produção de bio-combustíveis com microalgas, mas ainda levará muito tempo para que esse processo seja rentável energéticamente.

O hidrogênio tem sido considerado como outra alternativa. Uma dificuldade é a distribuição deste combustível que é um gás muito leve e precisa ser comprimido a pressões elevadas para que ocupe volumes não muito elevados. Este processo consome energia. Uma possibilidade seria o uso de hidrogênio nas células de combustível (fuel cell).

Os veículos elétricos sempre tiveram uma grande desvantagem em relação aos movidos por combustível líquido que é o peso das baterias e a pequena autonomia que elas proporcionam associado ao elevado tempo para a recarga completa que é medido em horas (muito maior que o tempo para encher o tanque com gasolina ou álcool). Pode não parecer muito relevante para quem está usando o carro só na cidade e imagina “deixar o veículo na tomada durante a noite ou no estacionamento do trabalho”, mas imagine uma viagem longa ter que esperar horas até a bateria recarregar.  Uma solução proposta por uma empresa de Israel (Project Better-Place – também associado ao grupo Renault-Nissan) é trocar as baterias ao invés de re-carregar. Isto demandaria que as baterias fossem padronizadas para todos os veículos, algo que está longe de acontecer.  Outro problema sempre foi o peso. Um tanque de gasolina ou álcool, pesa aproximadamente metade do peso de um passageiro adulto enquanto o conjunto de baterias pesa o mesmo que 3 ou 4 adultos (para uma autonomia menor), além de ocupar muito espaço no veículo. Outro problema é o que fazer com as baterias que chegam no final de sua vida útil e o custo elevado de reposição do conjunto de baterias para carros que já teriam perdido muito de seu valor. As montadoras investem no desenvolvimento de baterias tentando resolver ou minimizar estes problemas.

Acho que outro ponto importante está ligado não só ao desenvolvimento de novas tecnologias mas também outros modelos de uso dos automóveis. Hoje já existem empresas que oferecem o carro como um serviço (por exemplo a Zip car nos EUA) onde o cliente não é dono do carro mas usuário de um serviço de oferta de mobilidade, tendo sempre um veículo a sua disposição independente da cidade onde esteja.  

Pessoalmente, acredito no investimento, aperfeiçoamento e crescimento do transporte público. Temos a cultura do norte americano, onde dentro dos objetivos de vida estão a casa e o carro próprio. Com a população e o poder aquisitivo do brasileiro crescendo a tendência é o número de carros crescer. Porém, o sistema rodoviário, nossas estradas e ruas, não conseguem e nem poderão acompanhar o crescimento da frota automobilística. Cabe a nós cidadãos reenvindicar um transporte público eficiente, confiavél e seguro à nossos governantes. No dia-a-dia poderiamos usar o transporte público, e deixariamos o carro somente para ir a lugares inacessíveis a esse transporte.

Texto adaptado de Cadu Ramos (UOL meio ambiente)

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Publicado por: Hasper&Hasper | 03/12/2009

80% dos brasileiros aprovam reduzir crescimento

Por ambiente, 4 em cada 5 brasileiros aprovam reduzir crescimento, diz pesquisa

Uma pesquisa indicou que quatro em cada cinco brasileiros acham que é preciso proteger o meio ambiente ainda que à custa de uma fração do crescimento econômico e da perda de empregos. A pesquisa, que ouviu 26 mil pessoas em 25 países – 800 delas no Brasil –, procurou medir a atitude de cidadãos em diversas partes do mundo em relação ao combate ao aquecimento global.

Os brasileiros foram os que mais se disseram preocupados com a questão: 90% deles consideraram o aquecimento global como “um problema muito sério”. Argentinos, franceses e sul-coreanos seguiram o ranking, com percentuais de 69%, 68% e 68%, respectivamente. O fim da lista é ocupado por chineses e americanos, os dois países que lideram o ranking das emissões absolutas de gases que causam o efeito estufa. Apenas 30% dos chineses disseram considerar o aquecimento global como um problema “muito sério”, com 44% de russos e americanos concordando com essa afirmação.

Sacrifício

A pesquisa serviu para o instituto Pew Research Center, com sede em Washington, chamar a atenção para o encontro crucial das Nações Unidas que começará na capital dinamarquesa, Copenhague, na semana que vem. A reunião tem por objetivo sentar as bases de um acordo em substituição ao Protocolo de Kyoto, de redução de emissões de carbono, apontados como os principais causadores do efeito estufa e, por consequência, do aquecimento global.

Na pesquisa, os respondentes expressaram sua disposição em fazer sacrifícios para conter o avanço do aquecimento global. Nesse quesito, os chineses se destacaram: 88% deles disseram que estariam dispostos a pagar preços mais altos de energia se o objetivo fosse combater o aquecimento global. Outros 82% afirmaram que, para proteger o meio ambiente, vale a pena abrir mão do crescimento econômico e de empregos.

Entre brasileiros, 79% concordaram em reduzir o crescimento e o emprego para proteger o meio ambiente – mas muitos menos (48%) concordariam em pagar preços mais altos pela energia. Nos Estados Unidos, 64% disseram concordar com o sacrifício macroeconômico mas apenas 41% estariam dispostos a botar a mão no bolso para tanto.

Para o instituto Pew Research, a pesquisa mostra que a preocupação com o clima é “amplamente compartilhada em todo o mundo”.

Matéria retirada do UOL notícias.

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Publicado por: Hasper&Hasper | 24/11/2009

Home – Um documentário sobre a Terra

HOME é um belíssimo e tocante documentário que conta a história de dois personagens, o nosso planeta Terra e o homen. 

Nós, que nos denominamos Homo sapiens (homem sábio), estamos destruíndo os diversos habitats que são essenciais para nossa existência para produzir produtos que a midia diz que precisamos. Entre lindas cenas aéreas e o relato de nossa história o filme mostra e conta também como estamos conseguindo acabar com os nossos limitados recursos naturais.

O video abaixo tem narração em inglês, mas abaixo do video há um link para assisti-lo em espanhol no Youtube.

Assistam o documentário e divulguem para outros se acharem que vale a pena. Na minha opinião esse video deveria ser obrigatório nas escolas e todas as pessoas deveriam ver-lo.

Para mais informações sobre o documentário acesse www.home-2009.com .

http://www.youtube.com/watch?v=SWRHxh6XepM

Saudações sustentáveis,

Thomas Hasper

Publicado por: Hasper&Hasper | 19/11/2009

O Escândalo dos Cosméticos

Recentes estudos mostram que cosméticos e artigos de higiene pessoal contém um perigoso cocktail de produtos potencialmente carcinógenos, mutagênicos e toxinas que podem alterar a função de hormônios, e até mesmo causar infertilidade.

Um cocktail diário de substâncias nocivas

Muitas rotinas de beleza incluem o uso de carcinogênicos, suspeitos de de serem carcinogênicos, perturbadores hormonais, alérgenos e outras substâncias prejudiciais. Eles estão em tudo, desde shampus à tintas de cabelo, de esmaltes de unhas a loções hidratantes. Simplesmente porque muitos produtos estão no mecado sem terem sido  testados, e quando testes foram feitos as substâcias foram testadas separadamente, e não misturadas como quando são vendidas ao consumidor.

Todas as manhãs muitas mulheres  tomam banho, se maquiam para mais um dia de trabalho. Poucas estão cientes de que estão entrando em contato com pelo menos 126 substâncias químicas presentes em cerca de 9 diferentes produtos.

Uma dica de beleza: a ciência agora está nos dizendo que longe de conservarem a saúde e a beleza muitos cosméticos podem melhorar a aparência momentâneamente mas também estão causando mal à saúde.
Corantes artificiais derivados de carvão mineral são encontrados em sombras, batons e blushes e estão relacionados com câncer e alergias. Bases em creme podem conter formaldeídos e sílica, e ambos são comprovadamente causadores de problemas de saúde. Parabenos, que são preservativos, estão presents em muitas loções hidratantes e desodorantes, apesar de causarem irritações na pele e olhos e mimetizarem o hormônio feminino (estrógeno).  Ingredientes em tinturas de cabelo e perfumes podem causar câncer, alergias e asma.

No final das contas cosméticos estão passando a ser considerados como ricos em impuridades causadoras de problemas de saúde.

A quantidade destes ingredientes tóxicos muitas vezes é muito pequena, mas dermatologistas estimaram que mulheres absorvem cerca de 2 kilos dos químicos de seus cosméticos por ano, e muitos destes acumulam nos tecidos do corpo. Hoje sabe-se que a pele não é uma barreira, mas sim um órgão que absorve estes produtos que entram imediatamente na corrante sanguínea.

Se pensava antigamente que “está tudo bem colocar um pouquinho de substâncias carcinógenas em cosméticos desde que a dose seja menor do que a dose capaz de causar câncer”. Mas ninguén testou o efeito de vários produtos aplicados todos os dias um após o outro! Sendo assim,  dependendo de quantos produtos utilizados por uma pessoa,  as quantidades destas substâncias cancerígenas excede em muito as doses máximas recomendadas.

Recentemente foi comprovado que pequenas quantidades de certos químicos  que entramos em contato diariamente através de cosméticos e outros (como alimentos, fumaça, produtos de limpeza) podem ativar e desativar genes, da mesma forma que os medicamentos. As quantidades muitas vezes não tem efeitos visíveis em pessoas adultas , mas podem afetar muito crianças e bebês, especialmente durante a gestação e amamentação; pois quase tudo o que a mãe entra em contato é passado para o leite, ou é passado através da placenta para o feto.

-  Um crescente número de estudos relaciona os ingredientes contidos em cosméticos e produtos de limpeza com problemas de saúde como câncer e infertilidade.

-  As revistas femininas, as quais lucram com as propagandas publicadas (inclusive de cosméticos!), não estão expondo este problema aos leitores, apesar da divulgação crescente deste assunto em outros meios de comunicação.

- Em um estudo publicado em 2003 no  Public Health Reports, o jornal oficial do serviço de saúde pública dos EUA, descobriu-se que pessoas usuárias de tinturas permanentes de cabelo apresentam um aumento de 50% na probabilidade de desenvolver câncer de bexiga.

- O Acetato de Chumbo, principal ingredient de loções para o combate de cabelos grisalhos, geralmente usado por homens,  é considerado carcinogênico e tóxico para os órgãos reprodutivos no estado da Califórnia (EUA), e foi banido pela União Européia em 2003.

- Os Alpha Hydroxy Acidos (AHAs) usados em cremes para rugas prometem uma pele mais jovem, mas estudos comprovaram que essa substância pode causar queimaduras com a exposicão solar e pelo contrário, pode causar envelhecimento precoce.

- O Greenpeace testou 36  perfumes e descobriu que praticamente todos continham  ésters de phthalate e almíscar sintético, substâncias capazes de alterar a funcão de hormônios.

- Phthalatos são usados como plastificantes, dão flexibilidade à esmaltes de unhas e impedem que perfumes evaporem rapidamente. Estão contidos também em hidratantes, loções, etc.  Esta substância é comprovadamente causadora de infertilidade e câncers de seio, ovários e testículos.

Fonte: FDA. International Association for Research on Cancer. Health Canada. Environmental Working Group Skin Deep Report. The European Union Cosmetics Directive. Paula Begoun, www.cosmeticscop.com. The Safe Shopper’s Bible by Samuel Epstein and David Steinman. Beauty to Die For by Judi Vance. Drop-Dead Gorgeous by Kim Erickson. The Less Toxic Guide by the Environmental Health Association of Nova Scotia.

Outros motivos para evitar substâncias químicas não encontradas na natureza

-  Todos os anos milhões de animais são torturados para que sejam testadas as substâncias que nos causam diversas doenças graves, ironico não!? Os testes feitos não servem para avaliar os riscos mas são feitos mesmo assim;  alguns testes são manipulados e outros testes não são nem mesmo realizados. Quando compramos um cosmético ou produto testado em animais estamos dando lucro à indústria responsável por isso.

 

-  Todas as substâncias que jogamos na água todos os dias contaminam a terra, os rios, lençóis d’água, o mar… E afetam outros animais, causando problemas sérios, mutações e mortalidades. Mas como tudo o que vai volta, essas mesmas substancias (resistentes à degradação) voltam na nossa água potável, por exemplo, e mais uma vez entramos em contato com elas.

Soluções para o problema

1)     Uma das substâncias que mais causam problemas de saúde são os Phtalatos, justamente por  estarem  presentes um muitos produtos de uso diário. Esta substância pode levar o nome DEHP, Diethylhexil phthalate, Alcool Desnaturante (Alcool Denat.  ou DEP). De acordo com o SAC da NIVEA existem dois ésteres de phtalato que são muito usados para desnaturar  alcool, então se na fórmula do produto está ”alcool desnaturante” quase certo que há um éster de phtalato na fórmula. Essa substância deve ser evitada por ser comprovadamente uma desruptora hormonal;  possível causadora de câncers de ovários, testículos e seios; e infertilidade principalmente em homens, pois mimetiza o hormônio feminino (estrógeno).
Esta “maravilha” encontra-se em cremes hidratantes, perfumes, desodorantes, maquiagens, etc.

 2)    Todas as substâncias produzidas pelo Homo sapiens causam danos à saúde, algumas mais outras menos. Comece a ler rótulos de tudo o que fores comprar, desde alimentos processados, produtos de limpeza, cosméticos, maquiagem, medicamentos… E evite as substâncias comprovadamente nocivas, e/ ou compre os produtos que contém menos aditivos.

3)      Para saber quais substâncias que devem ser evitadas leia sobre o assunto. http://www.greenpeace.org/brasil/toxicos/noticias/subst-ncias-venenosas-est-o-es, http://jornadacontraocancer.blogspot.com/2009/05/substancias-toxicas.html, http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=11112&Itemid=67

4)      Diminua ao máximo a quantidade de produtos cosméticos e de limpeza.  Use apenas os realmente necessários  e procure usar os menos tóxicos e com perfumes menos fortes. 

5)      Saiba que a limpeza da casa pode ser feita apenas com bicarbonato de sódio, vinagre sem cheiro (branco), água oxigenada e outros produtos baratos, efetivos e não tóxicos!? http://www.ipemabrasil.org.br/receita.htm

6)      Compre cosméticos alternativos, ou substitua-os por cosméticos caseiros. Sua avó e sua mãe certamente sabem muitas receitas.

7)      Os cosméticos infantis costumam ter menos substâncias tóxicas e cancerígenas.

Abraços,

Karine B. de Souza

Publicado por: Hasper&Hasper | 03/11/2009

Os problemas do leite

“O hábito de consumir leite de vaca, está relacionado com a falta de ferro em crianças; Uma boa parte da população mundial, é vítima de cãibras diarreias e também de múltiplas formas de alergias; E há forte possibilidade de que seja um factor determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração”.

Em muitos lugares do mundo e especialmente no leste da Asia, África, América do Sul e Europa pessoas há que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos.

A natureza, não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame.

Problemas Gastrointestinais podem ser sintomas da intolerância á lactose.

Havendo intolerância ao leite, os intestinos sangram, mas sendo em poucas quantidades muitas vezes não é detectado sem exames. Se estima que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos EUA se devem a este problema derivado do consumo de leite.

Outra séria complicação que resulta do consumo do leite de vaca, é a nefrose. A nefrose é uma alteração dos rins, que provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade, é um nível baixo de proteínas no sangue; e eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaço de mãos e pés.

Estudos com mais de 1.500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, concluiram que tais crianças não morreram de enfermidades. Em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias, e o único factor que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno, tinham as artérias em condições normais; enquanto que a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentados com leite de vaca durante a sua infância.

Estudos realizados em diferentes cidades americanas mostraram que crianças alimentadas á base de leite de vaca tinham 20 vezes mais possibilidades de morrer durante os primeiros 4 anos de vida do que as não o consumiam.

Um litro de leite de vaca contem 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno contem 300 miligramas, apesar disso uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio que se bebesse leite de vaca. Pois o leite de vaca contem muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio.

Em um estudo da União de Consumidores de EE.UU. mostrou que das 25 amostras de leite analisadas, só 4 não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham residuos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, á medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiências em recém  nascidos. Estes mesmos hidrocarbonatos, podem produzir câncer.

A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento com penicilina. Apesar disso essa norma não é cumprida, e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite comercializado. Outra substância que se encontra no leite de vaca é o hormonio progesterona que se converte em androgenos, substância que provoca acne, e o aumento de pelos no corpo, etc.

Diarreia, Cãibras, sangue gastrointestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose, e acne, são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo do leite de vaca. Alem destas enfermidades, crê-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a Esclerose múltipla, a Artrite reumática e cáries dentárias.

É irónico saber que muitas mães dão a seus filhos leite pensando que fortalecem os dentes quando o que provoca é uma destruição dos mesmos (de acordo com um estudo do odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvania.

Vejam o  resultado de tanta gente tomando leite e comendo queijo!

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1343315-5598,00-CAMINHAO+SUPERLOTADO+DE+BEZERROS+E+APREENDIDO+EM+MG.html

Pessoas, concientizem-se de que os seres  humanos são os únicos animais que continuam “mamando” após a faze de lactação, e isso não é natural. Se for continuar com esse hábito, prefira produtos de producão local e não industriais.

Resumido do livro “DON’T DRINK YOUR MILK” do médico e escritor Frank A. Oski.

Abraços,

Karine B. de Souza

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